Crisálidas a se romperem, ainda meus olhos permutam pelo desejo tão apriorístico que esqueceria o mais frankfurtino de citar Habermas na sua totalidade histórico-crítica. Aquilo que ainda nos ventos singelos me treme as razões aparentes que ocultam a verdadeirta num compasso de empirismo "sine qua non".
Prantos que se escorrem columbrinos como na praça burguesa nos faz refletir sobre a intencionalidade do porvir epistemológico. Sonho em meus estágios o REM ainda sem a matéria da melatonina. Tudo que gostaria numa fusão seria ter feito o que titubeei.
Vocativos à parte, quem os utiliza e no caos do transporte público ainda defende a razão oficial. Aquele que ainda da sua violência simbólica nos cria o habitus tende a esmorecer.
E espero com a paciência de Ganesh, com a ordem de Shiva... Nada mais peculiarista do que os práticos nos induzem de uma ciência medíocre. Salvem e se salvem...
sexta-feira, 6 de março de 2009
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