Minha embriaguez ainda sonha,
Por dias de lucidez ainda leves,
Que aos prantos ainda clamam,
Como explosão lepidóptera.
Inquietos zéfiros me indagam,
Quando a vida me faz sorrir,
Nos trágicos desencontros incautos,
Por vir ainda o Menelau.
Cérbero ladra por resolução,
Da travessia do Aqueronte,
De minh'alma púrpura.
Ah! Bocage que me consola,
Nos pulcros sentidos da amargura,
Nascente de desejos por praticar...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário